Educação Financeira

SENHORES PAIS E/OU RESPONSÁVEIS

Nosso projeto de Educação Financeira já iniciou e uma das ações é a visita ao Banco Sicoob localizado no centro.
Dia: 09/06 (5ª feira)
Horários: 9h20min-2º ano A
                 16h-2º Ano  C/D

Atenciosamente,

Equipe Projetar

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Educação Financeira


Para o Sonho Social, proposta pela disciplina de Educação Financeira, seu (sua) filho (a) economizou no cofre R$15,00 para comprar um livro, a fim de doar para as crianças do Lar da Fraternidade. O livro será comprado no Shopping Pátio Mix, aproveitando a promoção da livraria.

Dia: 02/09 (3ª feira)
         Horário normal de aula

Contando com sua autorização, nossos agradecimentos.
Equipe Projetar

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Educação Financeira

Dinheiro é coisa de criança. Especialistas defendem iniciação a partir de 3 anos de idade. Já a mesada ou a semanada podem ser dadas depois dos 6.

Diz o provérbio que aquilo que se aprende quando pequeno é levado para toda a vida. Por isso, se lidar com o dinheiro representa um problema para muitos adultos, a solução, na opinião de especialistas, é trabalhar com a questão desde a infância, estimulando crianças e adolescentes a consumirem de forma consciente.

“A grande herança que os pais deixam para um filho em uma sociedade de consumo é saber lidar com dinheiro”, ressalta professor, economista e especialista em gastos pessoais Laudeir Frauches. Para ele, a educação financeira deve começar em casa e pode ser iniciada no momento em que a criança pede alguma coisa. A partir dos 3 anos, alguns conceitos já podem ser ensinados, desde que respeitando a capacidade de compreensão dos pequenos.

“A conscientização já começa aí, através da negociação entre o que eles querem e que os pais podem dar e da imposição de limites”, explica a professora de Matemática Eliany Romagna, que há oito anos trabalha com educação financeira. Segundo ela, o uso do cofrinho para guardar moedas também pode representar uma forma lúdica de aprendizado.

Semanada e mesada são maneiras interessantes de apresentar as noções básicas de finanças, além de iniciar o processo de autonomia, permitindo que as crianças façam suas próprias escolhas. A semanada é indicada a partir dos 6 anos, e o ideal é que seja dado R$1 por cada ano de vida. Já a mesada pode ser oferecida a partir dos 12.

No entanto, Laudeir adverte que essa é uma decisão dos pais, que podem ou não adotar o método de acordo com sua condição. O importante é que o diálogo seja permanente. “Mesada tem que ser ferramenta para educação e exige acompanhamento dos pais. Eles devem orientar os filhos para escolhas e revelar a eles até onde se pode ir com os gastos, dando a noção de limites”. O especialista também alerta: “Tentar compensar a ausência dando presentes e dinheiro para os filhos é errado, pois a criança associa ser amada com o fato de ganhar coisas”.

À medida que eles vão crescendo, é preciso ampliar o diálogo, permitindo, inclusive, que ajudem no planejamento financeiro da família de forma prazerosa – auxiliar os adultos a decidirem como poupar, planejar viagens, listas de compras, etc.  Atividades como essas, que podem ser iniciadas aos 6 anos, são fundamentais para ensinar o valor das coisas. Jogos e brincadeiras também são bem-vindos.

“A sociedade em que vivemos valoriza excessivamente o consumo, e pouco se fala em trabalho. É importante levar os filhos ao local de trabalho para mostrar o que os pais fazem para conseguir seu dinheiro, além de levá-los ao supermercado, ao banco”, ressalta Laudeir.

A experiência em salas de aula revelou à professora Eliany um dos maiores problemas enfrentados com adolescentes: o fato de quererem tudo, inclusive o que o outro tem, de forma imediata. “É preciso estimular uma visão crítica do consumo. Saber distinguir o que é necessário só do que é desejado”.

NÃO É SÓ POUPAR

Ensinar a poupar dinheiro é apenas uma das faces da educação financeira. Por isso mesmo, o uso do cofre deve ser feito apenas quando a economia possui um objetivo. “A intenção não é só poupar, é fazer a criança pensar em orçamento, em como administrar o que tem”. Justamente por isso, ensinar os filhos a doar também é um bom caminho: “A doação significa que a criança tem controle sobre seus bens e de que pode ajudar os outros, ao mesmo tempo que evita a visão de que dinheiro é o centro do mundo”.

De 3 a 6 anos

Início – É por volta dessa faixa etária que as crianças começam a pedir. A partir de então, o diálogo deve ser iniciado. 

Negociação – É preciso conversar com as crianças e deixar claro o que pode ou não ser comprado. Um exemplo é mostrar que em certas
situações elas precisam abrir mão ou escolher entre determinadas coisas, além de aguardar mais para terem o que querem.

Dar valor – Para as crianças que têm o costume de quebrar objetos, como brinquedos, é indicado que os pais os informem que as coisas possuem valores e, por isso, precisam ser conservadas.

Lúdico – Estimular o aspecto lúdico da educação é fundamental. O cofrinho, que permite o contato da criança com o dinheiro, pode ser
interessante.

De 6 a 12 anos
 

Escolhas – O processo de lidar com escolhas deve ser intensificado.

Participação – A criança deve participar dos assuntos financeiros da casa, ajudando a planejar viagens, fazer listas de compra, etc.

Semanada – Uma pequena soma semanal estimula a autonomia. Opções como dar dinheiro para o lanche na escola também são válidas.

Brincadeiras – Quanto mais divertido o aprendizado, maiores serão os resultados.

Acima de 12 anos

Controle – Nessa idade os adolescentes, que já possuem certa autonomia, precisam estar conscientes sobre seus gastos. Uma dica
para a conscientização é estimulá-los a anotar tudo o que consomem semanalmente e o preço, para que tenham noção do quanto
gastam e do quanto deveriam gastar.

Aplicativos – Como nessa idade a maioria dos adolescentes já possui cellular, podem ser baixados aplicativos que auxiliam na anotação e controle dos gastos.

Mesada – Lidar com dinheiro de alguma forma é fundamental para a autonomia dos jovens. Mas a decisão de dar ou não a mesada é  dos pais, que devem acompanhar de perto com o que e de que forma os filhos gastam seu dinheiro.

DOMINGO, 13 DE JULHO DE 2014 A GAZETA – Maíra Mensonça

 

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Para a realização do sonho coletivo (programa de Educação Financeira), as turmas dos nonos anos, realizarão uma viagem com o seguinte roteiro:

Estância Lombardi
Dia: 05/11(5ª feira), pernoitando no local

Parque aquático Yahoo
Dia: 06/11 (6ª feira), retornando para Linhares
 

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Para a realização do sonho coletivo (programa de Educação Financeira), no qual os alunos economizaram dinheiro durante este ano, as turmas dos quartos anos farão um passeio ao shopping Mestre Álvaro,em Vitória.
 

Dia: 08/11/2013 (2ª feira)
 

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Uma das ações do Projeto de Educação Financeira (DSOP) é a realização de um sonho coletivo. Para desenvolverem essa ação, os alunos realizaram várias atividades com o objetivo de  economizarem dinheiro. Agora, chegou o dia da realização desse sonho:

O sonho coletivo da turma da 6ª série C será um passeio ao Shopping Pátio Mix, para assistirem a um filme.

Dia : 04/11 (2ª feira)
Horário: normal de aula
Filme: THOR 2, em 3D
 

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Uma das ações do Projeto de Educação Financeira (DSOP) é a realização de um sonho coletivo. Para desenvolverem essa ação, os alunos realizaram várias atividades com o objetivo de  economizarem dinheiro. Agora, chegou o dia da realização desse sonho:

Informamos aos senhores que organizamos um passeio de lazer ao YAHOO, concretizando o sonho coletivo das turmas dos 6º ano C e 7ª serie C.

• Dia: 29/11 (6ª feira)
• Horário: 6h 30min pontualmente.
 

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Em uma das ações das aulas de Educação Financeira (DSOP), os alunos dos terceiros anos economizaram e agora irão realizar mais um sonho coletivo: tomar sorvete:

Dia: 13/11 (3ª feira)
Horário normal de aula
Local: Fioreto

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Com o objetivo de realizarem o sonho coletivo (programa de Educação Financeira- DSOP), os alunos economizaram dinheiro durante este ano, por meio do cofre coletivo e a realização de rifas. As turmas da 6ª série A, se organizaram para um acampamento no Sítio Santa Lúcia. 

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