Proerd: crianças longe das drogas

O Programa Educacional de Resistência às Drogas – Proerd, é adotado pelo Centro Educacional Projetar e por várias escolas em Linhares e pais comemoram adesão.


O principal objetivo do programa é prevenir o uso de drogas e a violência entre os estudantes, que por si só já é uma tarefa nobre, mas a adesão e aceitação da sociedade faz com que o Proerd alcance o sucesso que tem conseguido, como afirma Roberto Carlos Néspoli, diretor do Centro Educacional Projetar. “A escola reconhece a importância do projeto e por isso solicitamos à corporação para que o Proerd fosse implantado em nossa escola, e a PM, de prontidão, atendeu”.


No Projetar, o Proerd já iniciou seus trabalhos com a primeira reunião entre a escola, os pais e um dos policias responsáveis, o Cabo Rosemberg, que explicou como é aplicado o projeto, objetivos e como foi criado, a partir de um projeto nos Estados Unidos e somente 9 anos depois passou a ser utilizado no Brasil. “No Brasil foi adaptado para Proerd (Programa Educacional de Resistencia as Drogas e a Violência), e em 1992 é apresentado no RJ, porém o não é aplicado. Em São Paulo foi implantado no ano 1993. Há 11 anos começou a ser aplicado na grande Vitória e em Linhares. No ano de 2003 o programa é oficializado e institucionalizado na PMES. 2004 é implantado em 38 municípios do ES,  e em 2011 atingiu a marca de 129.029 atendimentos em 32 Municípios”, conta o cabo.


Em Linhares, o programa já chegou a 60% das escolas do município, e desse número há somente duas instituições particulares, e o Centro Educacional Projetar é uma delas. O projeto não tem previsão para acabar como informa Rosemberg. “Não tem previsão de término enquanto estiver institucionalizado estará sendo aplicado e agora o governo do Estado o incluiu no programa Estado Presente, o que mostra que é uma política eficiente no combate ao uso de entorpecentes”, afirma o policial.
A sociedade tem aprovado o Proerd, como conta o pai de um aluno, Renildo Alves da Costa. “Muito boa a ideia de implantar aqui no Projetar, meu filho tem 10 anos e essa é uma idade delicada e precisa de orientação, de cuidados”, afirma o pai.
 

Mas o PM Rosemberg é enfático ao afirmar que o programa tem tido pouco destaque na mídia. “Ele (o programa) tem sido de pouco relevância para imprensa, porque preferem mais mostrar a violência aos meios de combatê-la”, finaliza o Policial Militar.
 

Assessoria Centro Educacional Projetar
 

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