Volta às aulas

Feliz Volta às aulas!

O descanso foi bom enquanto durou… Mas depois de recarregar as baterias, bom mesmo é ter mil ideias para o ano que se inicia! Rever amigos, respirar fundo e recomeçar, acreditando!

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Volta às aulas

Assistir à televisão e jogar videogame até mais tarde pode prejudicar o sono das crianças durante a semana. Conheça os benefícios de uma noite bem dormida e saiba como ajudar o seu filho a encarar com tranquilidade a volta da rotina escolar!

Dormir até mais tarde durante as férias é uma das regalias das crianças, mas o hábito temporário pode se tornar em um pesadelo para os pais – e os próprios filhos – na volta às aulas.

Noites mal dormidas afetam diretamente a atenção exigida da criança em sala de aula bem como o bem-estar em geral.  “Dormir é fundamental. Restaura as energias e aumenta a capacidade de aprendizado. É durante o sono que o corpo produz o hormônio de crescimento. Crianças que dormem pouco acordam cansadas, costumam ficar irritadiças, agitadas demais e até agressivas; além disso, possuem grande dificuldade de concentração”, afirmou o pediatra Willian Casagrande, do Hospital Anchieta.

A tarefa de colocar o filho para dormir muitas vezes não é fácil, uma vez que deve ser estipulado um tempo menor para as brincadeiras e nas horas em frente à televisão. Naturalmente, a retomada da rotina passa a ser enfrentada com desagrado pelos pequenos. A dica do especialista é começar o processo de readaptação nos últimos dias das férias.

“Os pais devem mudar a rotina novamente e ao entardecer as brincadeiras agitadas devem ser trocadas pelas mais calmas. Os pais precisam iniciar um ritual de desaceleração, como colocar o pijama, escovar os dentes, fazer xixi, contar histórias e ir para cama. O diálogo sempre é a melhor solução e uma forma de aproximação com os filhos para que eles se sintam seguros”, orientou Casagrande.

Um dos vilões do sono, sem dúvida, são os videogames. De acordo com o pediatra, é possível permitir que as crianças joguem durante a semana, mas com limitação. “É possível deixá-las jogarem durante a semana desde que haja controle do uso, que não deverá ultrapassar 2 horas diárias”, estipulou. Ainda é importante fixar horários para os estudos e, principalmente, estabelecer no diálogo a aproximação desejada entre pais e filhos.

Independentemente das férias, crianças ainda mais agitadas atrapalham o sono de si próprias e até dos pais porque demoram em aceitar a ir para a cama. A dica de Casagrande é fazer com ela que elas compreendam os benefícios do sono. “Não se trata apenas de fazer a criança dormir, e sim que ensiná-la que dormir é bom, gostoso e saudável”, disse.

http://caras.uol.com.br/bem-estar/volta-as-aulas-dormir-sono-filho-crianca-ferias-escola-estudo-concentracao#.U7_DufldXoo

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Volta às aulas

Ansiedade no primeiro dia de aula. A volta às aulas desperta expectativas e até um pouco de medo nas crianças – e também nos pais. Veja como lidar com esses sentimentos.

Diante do desconhecido de uma nova escola ou da simples mudança de ano, pais e filhos nem sempre conseguem controlar a ansiedade. Será que o meu filho irá se adaptar? A qualidade do ensino será como esperamos? Conseguiremos nos habituar à rotina? Essas são algumas das angústias típicas desse momento de recomeço, mas que podem ser apaziguadas com algumas atitudes.

"Se os pais mantiverem a calma, os filhos também tenderão a se sentir mais serenos", propõe Valéria Tiusso Segre, psicopedagoga de São Paulo, lembrando que o equilíbrio, nesse caso, deve partir dos adultos. "É papel dos pais transmitir carinho e, sobretudo, segurança para os filhos nesse momento", concorda Maria Teresa Messeder Andion, psicopedagoga e mestre em psicologia do desenvolvimento humano, do ensino e da aprendizagem.

A seguir, as especialistas dão algumas orientações básicas de como manter a ansiedade sob controle – e viver um início de ano letivo tranquilo.

1) Cortar o cordão umbilical

A entrada na Educação Infantil e a passagem para o primeiro ano do Ensino Fundamental, principalmente, são vistas como novos cortes do cordão umbilical: a criança está aos poucos conquistando mais espaço para ela e mais independência dos pais. É importante que estes tenham consciência disso e vivam a situação de maneira tranquila, passando segurança – e não medo da mudança – para o filho. "Aconselho, inclusive, a não dar ênfase a esse amadurecimento para a própria criança, dizendo coisas como ‘você está crescendo’ ou ‘você já está uma mocinha’, pois pode ser que o pequeno fique com medo de perder o suporte dos pais. Opte por ‘neste ano, você aprenderá coisas novas’", orienta Valéria Tiusso Segre. Naturalidade é a palavra de ordem nesse processo.

2) Visitar a escola

Essa é uma das melhores dicas pré-volta às aulas. Mesmo que a escola não proponha essa visita, leve seu filho alguns dias antes do início do ano letivo em um passeio pela escola – mesmo que ele continue na mesma instituição do ano passado, mas tenha mudado de prédio, por exemplo. "Instalações grandes, como muitas escolas têm, podem ser um pouco assustadoras para as crianças", lembra a psicopedagoga Maria Teresa Messeder Andion. Assim tudo ficará mais familiar no primeiro dia. O mesmo vale para o trajeto até a escola: vá mostrando o caminho para a criança, para que ela já se familiarize.

3) Comprar material em família

Levar o filho junto na compra da lista de materiais escolares é uma forma indireta – e divertida, já que ele terá direito de opinar sobre as cores e os formatos de alguns itens – de prepará-lo para as aulas. Deixe-o escolher a mochila e a lancheira.

4) Entrar no ritmo

A psicopedagoga Valéria recomenda que, duas semanas antes do início das aulas, a criança já comece, aos poucos, a entrar no ritmo da nova rotina: dormir e acordar mais cedo, comer nos horários certos e arrumar o quarto e o espaço para o estudo. Assim não a volta à escola não vira aquela correria de última hora, nem o aluno passa mal de sono nos primeiros dias de volta à escola.

5) Conversar sobre as novidades

Se os pais já souberem detalhes novos sobre as matérias do ano, a escola ou o método que será adotado, é importante compartilhá-los com a criança em uma conversa franca. "Se a criança for passar de uma metodologia construtivista para uma mais burocrática, no sentido de dar ênfase a provas e notas, os pais têm de expor isso a ela, para evitar o efeito surpresa", ressalta Maria Teresa Messeder Andion. O mesmo vale para o contrário: o método mais lúdico também deve ser esclarecido, para a criança não achar que só vai brincar e não mais estudar. Explique que são maneiras diferentes de aprender – assim a criança já estará munida desse conhecimento para o seu novo início.

6) Dosar o assunto

"Os pais têm de ficar conscientes para não colocar expectativa demais sobre a criança. Converse sobre a escola, mas não 24 horas por dia", alerta Valéria Tiusso Segre. "A ida às aulas tem de ser vista como qualquer outra questão do dia a dia, uma atividade natural e esperada", completa.

7) Tirar o fantasma de antigas experiências

Se seu filho já passou por más experiências no último ano ou em outra escola, embora seja aconselhável transmitir sempre uma atitude otimista, não adianta dizer que tudo será diferente desta vez. "É importante que a criança, desde cedo, aprenda a não criar expectativa sobre o outro", orienta a psicopedagoga Valéria. O ideal é conscientizá-lo – não só agora, mas no dia a dia – da diversidade que existe entre as pessoas: os amiguinhos (e os professores) são diferentes da gente, pois vêm de outras famílias e têm outros costumes. Assim, os conflitos são vistos como naturais e nascidos da diferença, não como conspirações.

Texto Cynthia Costa

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Volta às aulas

Quando as férias acabam, voltar à rotina escolar não é uma das tarefas mais fáceis. Horários para dormir e acordar, atividades preestabelecidas, alimentação adequada, além, é claro, das lições de casa, exige uma readaptação não somente dos estudantes como também de todos os familiares. Para que essa passagem fique menos cansativa e estressante, a psicóloga Maria Silvia Todeschi de Sousa aconselha os pais a retomarem, pelo menos uma semana antes do início das aulas, a normalidade dos horários tanto de sono quanto de alimentação.

A volta às aulas precisa ser marcada por empolgação de todos os envolvidos nesse processo. Afinal de contas, cada família pode estar se deparando com uma situação, seja a expectativa de frequentar pela primeira a vez a escola ou até mesmo a mudança de colégio e o estabelecimento de novas amizades. “Os pais podem envolver os filhos na organização do ambiente de estudo, na compra dos materiais e do uniforme. Sempre de maneira descontraída para que o vínculo com o retorno às aulas vá sendo despertado naturalmente”, explica a psicóloga.

Por Roberta Obladen

 

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