Alimentação

Quais nutrientes são importantes para a saúde? Descubra a importância de incluir açúcares, proteínas, vitaminas e outros nutrientes na sua alimentação.

Nutrientes são compostos essenciais para a nossa saúde que estão presentes nos alimentos. O ideal é mantermos sempre uma dieta variada e nutritiva. Isso significa que devemos comer frutas e hortaliças de diferentes cores, além de cereais, leguminosas, carnes magras e laticínios todos os dias.

Mas afinal, o que podemos encontrar nos alimentos?

Açúcares ou carboidratos são os nutrientes que fornecem energia para nosso corpo.

Proteínas são necessárias para o crescimento e reparação dos tecidos do nosso corpo, além de diversas funções como proteção contra doenças.

Gorduras ajudam no desenvolvimento cerebral, regulam a temperatura do corpo e servem como reserva de energia.

Vitaminas fazem parte de diversas reações do nosso organismo. Elas auxiliam o crescimento, a formação de ossos e dentes, fortalecem o nosso corpo contra doenças, entre outras funções indispensáveis ao nosso corpo.

Minerais estão presentes na composição de nossas células e regulam nossas funções vitais.

Vegetais, frutas e cereais também são fontes de fibras que, apesar de não serem nutrientes, são muito importantes para o organismo. Elas auxiliam a digestão, sendo responsáveis pelo bom funcionamento do intestino, diminuem a absorção de gordura, ajudam a reduzir a fome e a eliminar substâncias tóxicas do corpo.

Texto Luciana Rathsam, Manoela Meyer e Otavio Venturoli

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Alimentação

Como evitar a obesidade infantil

Pediatra e nutrólogo, Nataniel Viuniski ensina como cuidar da alimentação e evitar o sobrepeso de seus filhos

Assim como a Laura (Aisha Benelli) e o Jaime (Nicholas Torres) de Carrossel, é cada vez mais comum encontrar crianças que descontam todas as angústias, frustações e ansiedades na comida. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 33% das crianças estão acima do peso saudável. Dessas, 15% podem ser consideradas obesas. A situação é crítica e a família tem papel fundamental para que os pequenos mudem os hábitos e tornem-se jovens saudáveis.

Nataniel Viuniski, pediatra e nutrólogo com especialização em obesidade infantil e membro do conselho nutricional da Herbalife, chama a atenção para as principais causas da obesidade infantil. "O sedentarismo, o erro alimentar, o estresse do estilo de vida moderno são fatores fundamentais para o desenvolvimento dessa doença. Atualmente, a diminuição na quantidade e qualidade do sono, obesidade materna durante a gravidez e desnutrição na vida intrauterina são cada vez mais estudadas e levadas em conta nessa situação toda", explica Viuniski.

Alguns pais costumam ficar preocupados caso seus filhos não comam muito e acabam os obrigando a ingerir uma quantidade maior de alimento do que a necessária. É o caso de Laura em Carrossel. Ela vive beliscando, principalmente guloseimas, mas passa longe de frutas e verduras. Na história, sua mãe teme que ela fique desnutrida, por isso a enche de comida.

"Qualquer pessoa, inclusive as crianças, deve comer apenas o suficiente para manter suas necessidades nutricionais. A saciedade precisa ser o indicador de quanto uma criança deve comer. Ideias e hábitos culturais, como raspar o prato ou o conceito de que deixar restos de comida é pecado, fazem com que desde cedo elas percam a capacidade de decidir quando devem parar de comer", atenta o pediatra. O ideal é que, nessa fase, a alimentação seja variada, colorida, rica em frutas e verduras, para que a criança tenha energia suficiente para crescer e se desenvolver. "Como os filhos observam e utilizam os pais como modelos, eles deveriam dar o bom exemplo, adotando uma dieta saudável e em quantidades adequadas. Sem exageros", sugere Viuniski.

Texto Carol Esquilante

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Alimentação

Conheça as partes comestíveis das plantas. Além de frutas e folhas, costumamos incluir raízes, caules e outras partes dos vegetais na nossa alimentação.

Já pensou em usar a casca de uma árvore em alguma receita? Ou que tal fazer uma deliciosa sopa de sementes? Difícil acreditar, mas além de frutas e folhas, costumamos incluir raízes, caules e outras partes dos vegetais na nossa alimentação.

Nas feiras e supermercados encontramos os vegetais agupados como legumes, verduras, hortaliças e frutas, mas existem outras formas de classificá-los. Para a Botânica – ciência que estuda as plantas – há uma classificação feita com base nos órgãos dos vegetais, que são: raiz, caule, folha, flor, fruto e semente.

Isso pode gerar algumas confusões. Na linguagem da ciência, por exemplo, legume é um fruto seco, tipo vagem, que se abre exibindo sementes. É o caso do feijão e da soja. Mas parece que nem a batata e a cenoura, que na linguagem do dia-a-dia são também conhecidos como legumes, parecem se encaixar nessa descrição, não? Isso porque para a botânica elas são, respectivamente, caule e raiz.

Que tal conhecer melhor nossos alimentos?

Raiz
     É uma estrutura geralmente subterrânea, que possui a função de fixação da planta e absorção de água e sais. Mas ela também pode se modificar e acumular reservas nutricionais como é o caso das raízes tuberosas, que incluem a cenoura, a beterraba, a mandioca e a batata-doce, por exemplo.

Caule
     É o orgão de sustentação da planta, dividido em duas partes distintas: nós, de onde saem as folhas e as gemas (brotos), e entrenós, as regiões sem folhas. O caule define a planta em herbácea, arbusto, trepadeira ou arbórea.

Ele também pode apresentar modificações específicas, como as gavinhas – caules fininhos que ajudam a prender as plantas trepadeiras – os tubérculos – caules subterrâneos que acumulam reservas, como é o caso da batata – e os bulbos, como a cebola e o alho.

Na feira, podemos encontrar também outros caules, como talos comestÍveis (aspargos e o broto-de-bambu) ou casca de árvore (canela).

Folha
     É o órgão especializado na respiração e fotossíntese da planta. A captação da luz e as trocas gasosas acontecem normalmente nessa estrutura achatada que sai do caule. A folha possui nervuras, por onde circulam a água e os sais minerais, e podem apresentar modificações como espinhos, gavinhas e as modificadas das plantas carnívoras. Na nossa alimentação, as folhas correspondem às "verduras", como a couve e o agrião.

Flor
     Órgão reprodutivo de um grupo de plantas conhecidas como Angiospermas. Cada flor é um conjunto de folhas modificadas em pétalas, sépalas e estames, que cumpra as funções de atração de polinizadores e reprodução. A parte feminina da flor contém o ovário, que dá origem ao fruto, e os óvulos, que dão origem às sementes. A parte masculina corresponde aos estames, com os pólens que fertilizam os óvulos. As flores podem aparecer isoladas ou reunidas nas chamadas inflorescências, como é o caso da couve-flor e do brócolis.

Fruto
     É originado de uma flor polinizada e fecundada. O ovário, parte feminina da flor, é como uma câmara. Após a fecundação, cresce e modifica-se para dar origem ao fruto. Como os ovários modificam-se de formas distintas, temos uma enorme variedade de frutas, como o pêssego – que tem um caroço e a pele aveludada – a enorme melancia, com inúmeras sementes, a laranja, com seus gomos e também o pepino, o tomate e outros frutos que estamos acostumados a chamar de legumes.

Quando a parte comestível da fruta não tem origem no ovário, chamamos de pseudofrutos. É o caso do caju, que tem como fruto verdadeiro a chamada "castanha". Talvez você não saiba, mas o fruto verdadeiro da maçã e da pera são aquelas partes secas que envolve as sementes e não comemos. A parte gostosa é a base da flor desenvolvida e modificada.

Semente
     Depois de fecundado, o óvulo vira semente. Ela é responsável pela dispersão da planta no ambiente. Feijão, ervilha, milho, lentilha e gergelim mostram como as sementes são comuns e importantes na nossa alimentação. Em alguns casos, como acontece com a banana e o abacaxi cultivados, os frutos podem se formar sem a fecundação dos óvulos. É por esse motivo que essas frutas, conhecidas como frutos paternocárpicos, não possuem sementes.

Broto
     É a planta em seus primeiros estágios de desenvolvimento. De cor branca ou verde bem claro, os brotos são consumidos por conterem maior concentração de nutrientes que a planta adulta. Alguns exemplos utilizados na culinária são o broto de alfafa, de feijão e de trigo.

Texto Luciana Rathsam, Manoela Meyer e Otavio Venturoli 

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